Conhecimento da equipe de enfermagem sobre o protocolo de ressuscitação cardiorrespiratória no setor de emergência

Autores

  • Juliana Brandão Nunes de Aguiar
  • Erci Gaspar da Silva Andrade

Resumo

É incumbência da equipe de enfermagem prestar assistência aos pacientes, oferecendo ventilação e circulação artificiais até a chegada do médico. Reforçando assim a necessidade destes profissionais realizarem capacitações .contínuas na assertiva de adquirir habilidades para prestar a assistência necessária. Pois quanto menos frequente as atualizações/capacitações, menor a detenção do conhecimento/ habilidades, uma vez que “os conhecimentos teóricos e as habilidades tendem a declinar com o passar do tempo” O tema conhecimento da equipe de enfermagem sobre o protocolo de ressuscitação Cardiorrespiratória no setor de emergência tem como objetivo avaliar o nível de conhecimento dos profissionais de enfermagem sobre o protocolo de ressuscitação cardiopulmonar no setor de emergência. Onde a escolha do tema surgiu principalmente em função das pesquisas demonstrarem que Parada Cardiorrespiratória é sinônimo de morte, devido principalmente ao baixo índice de sobrevida dos pacientes atendidos na unidade hospitalar. Pesquisadores discutem a participação da equipe de enfermagem nesses dados, devido falhas no processo de cuidar desses profissionais, por falta de conhecimento e de recursos necessários para obter êxito. A Pesquisa será realizada com os profissionais do Setor de Emergência, onde será aplicado um questionário para analisar os conhecimentos sobre o protocolo de ressuscitação cardiorrespiratório.

Referências

Reis RR, Silva FJ. A assistência de Enfermagem em situação de urgência a vítima de parada cardiorrespiratória. Rio de Janeiro; 2012.

Lino RLO. Assistência de Enfermagem à Pacientes Adultos no Suporte Básico de Vida em Parada Cardiorrespiratória. Monografia. Batatais: Centro Universitário Claretiano; 2006

Almeida A et al. Conhecimento teórico dos enfermeiros sobre parada e ressuscitação cardiopulmonar, em unidades não hospitalares de atendimento à urgência e emergência. Rev Latino-Am Enfermagem, 2011; 19(2):[8 telas].

Knobel E. Terapia intensiva: enfermagem. São Paulo: Editora Atheneu; 2006

Porcides AJ. Manual do Atendimento Pré-hospitalar (CBPR). Curitiba: Corpo de Bombeiros do Paraná – SIATE; 2006.

Lima SG et al. Educação Permanente em SBV e SAVC: impacto no conhecimento dos profissionais de enfermagem. Arq Bras Cardiol. 2009; 93(6): 630-6.

Porcides AJ. Manual do Atendimento Pré-hospitalar (CBPR). Curitira: Corpo de Bombeiros do Paraná – SIATE; 2006.

Edição Revista, Manual de Segurança, 2010.

Abrão MA. Suporte Básico de Vida: É Necessário Checar Pulso?.2015

American Heart Association (AHA). Guidelines for Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care. International Consensus on Science. Circulation; 2015.

American Heart Association. Destaques das Diretrizes da American Heart Association 2010 para RCP e ACE. Texas; 2010. 12. Albert Einstein, Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa, 2017. 13. Menezes RR. Dificuldades enfrentadas pela equipe de enfermagem no atendimento á parada cardiorespiratoria. João Pessoa, v.1, n.3, p. 2-15, set./dez. 2013.

Souza AMM, Moraes-Filho IM, Silva JAL, Paixão MC, Alcântara AAS, Monteiro SNC. Perfil epidemiológico e clínico de pacientes adultos jovens admitidos na sala amarela do centro de trauma do hospital de base do distrito Federal. Rev. Cient. Sena Aires. 2019; 8(1): 4-15.

Barbosa JSL, Moraes-Filho IM, Pereira BA, Soares SR, Silva W, Santos OP. O conhecimento do profissional de enfermagem frente à parada cardiorrespiratória segundo as novas diretrizes e suas atualizações. Rev. Cient. Sena Aires. 2018; 7(2): 117-26.

Silva JAL, Moraes-Filho IM, Souza AMM, Paixão MC, Alcântara AAS, Monteiro SNC. Tecnologia de

Publicado

2018-11-02

Como Citar

1.
Aguiar JBN de, Andrade EG da S. Conhecimento da equipe de enfermagem sobre o protocolo de ressuscitação cardiorrespiratória no setor de emergência. Rev Inic Cient Ext [Internet]. 2º de novembro de 2018 [citado 13º de agosto de 2020];1(Esp 4):334-41. Disponível em: https://revistasfacesa.senaaires.com.br/index.php/iniciacao-cientifica/article/view/111

##plugins.generic.recommendByAuthor.heading##

1 2 3 > >>